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segunda-feira, 18 de maio de 2009

Vêm aí as esquadras regionais de helicópteros

A Polícia Nacional contará, dentro de pouco tempo, com três comandos regionais de Esquadras de Helicópteros localizados nas províncias da Huila, Huambo e a Lunda-Sul. Esta informação foi avançada nesta terça-feira, 12, em Luanda, pelo comandante geral da Polícia, Ambrósio de Lemos, durante a cerimónia de apresentação dos quatro novos helicópteros, que decorreu nas instalações do Comando da Esquadra de Helicópteros da Polícia Nacional, localizadas no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro.
Ambrósio de Lemos não precisou, no entanto, datas para a entrada em acção dos referidos comandos regionais Explicou que este serviço será estendido às demais províncias na medida em que os meios forem chegando ao território angolano, de modo que a sua corporação consiga atender às exigências que a ordem e a tranquilidade públicas impõem.
A primeira base será construída na província do Huambo. “Vamos, numa primeira fase, atender por regiões. Desta feita, temos já terrenos cedidos pelos governos provinciais e pela Empresa Nacional de Navegação Aérea naquelas três localidades”.
Debruçando-se sobre as necessidades actuais do seu efectivo, o comandante geral defendeu que “atendendo ao facto de o país ter 18 províncias e todas elas estarem em pleno desenvolvimento, vamos fazer, numa primeira fase, contas a dois helicópteros por província, com excepção de Luanda, que terá o maior número de aeronaves”.
Os quatro helicópteros de marca Ecureil B3, que chegaram a Luanda via África do Sul, foram fabricados em 2007, em França. Com a compra destes aparelhos, cujo valor não foi revelado, a polícia passa a contar com dez helicópteros, dos quais, um Ecureil B2, cinco de marca Delfim N2 e um outro que faz o serviço de ambulância.
“A polícia tem utilizado o helicóptero ambulância para socorrer não só as vitimas de acidentes de viação, como também pessoas que estão adoentados em diversas partes do país.
A título de exemplo, já fomos socorrer pessoas no Sumbe, Kibala, Huambo, Benguela, entre outras localidades”, explicou.
Ambrósio de Lemos reconheceu que um helicóptero ambulância não é suficiente, mas manifestou que, dentro de pouco tempo, a corporação poderá contar com mais uma ou duas unidades. Acrescentando, de seguida, que, a partir do 113, a população pode solicitar os serviços da ambulância aérea.
“O 113 está aí para receber as solicitações das pessoas e depois direccioná-las para as diferentes unidades, que irão, naturalmente, atender, tão logo estejam em condições de fazê-lo”, rematou.
O comandante-geral da Polícia afirmou, na ocasião, que os novos helicópteros vão contribuir para o combate à criminalidade e são uma mais-valia para as forças que se encontram em terra, devido à sua rápida mobilidade. “Os helicópteros são importantes em acções de localização de viaturas furtadas e na perseguição a grupos de marginais”.
Por seu turno, o chefe de segurança de voo do Comando da Esquadra de Helicópteros da Polícia, Domingos Gomes, disse a O País que os helicópteros têm a capacidade de transportar seis pessoas, designadamente um piloto, um mecânico e quatro passageiros. “Os novos helicópteros são monomotores, têm uma velocidade de 220 quilómetros/hora e uma autonomia para duas horas e 40 minutos de vôo. Os Dalfim N2 funcionam com dois motores, têm a velocidade de 250 quilómetros/hora e a capacidade de transportar dez pessoas”.
A unidade de trânsito de Luanda tem á sua disposição um helicóptero que faz diariamente o patrulhamento e que, para não depender da torre de controlo do Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, depois de efectuar a ronda matinal fica baseado em prontidão na Escola Nacional do Policia.
A compra deste equipamento enquadra-se no programa de descentralização dos serviços da Esquadra de Helicópteros que o Ministério do Interior e o Comando-Geral da Polícia Nacional estão a desenvolver, tendo em vista a melhoria do serviço prestado às populações.

Fonte: O País

TV Zimbo, 18 horas de emissão

O director de informação da TV ZIMBO, Amílcar Xavier, revelou esta quinta-feira a O País que os telespectadores daquele canal poderão, a partir de hoje, sexta-feira, 15, acompanhar a programação através do sistema DSTV, bastando para tal sintonizar o canal 573.
Na qualidade de televisão generalista, a direcção desta estação emissora preparou criteriosamente uma grelha de programação com início previsto para as 7horas da manhã e o encerramento a uma da madrugada.
“Estou convencido que a grelha de programação que projectamos para o início da temporada que hoje começa vai satisfazer, obviamente, a curiosidade dos telespectadores angolanos que vão sintonizar a TV ZIMBO nos diferentes horários”, frisou.
O facto de o canal ter um público muito abrangente, fará com que a emissão seja recheada com programas que satisfarão os adolescentes, jovens e as diferentes classes sociais.
“Temos uma grande missão, à luz do contrato de serviço público que assumimos com o Estado, por isso vamos proporcionar uma programação que atende a excelência de uma grelha de televisão como é a nossa”.
Na esperança de aumentar a audiência, esta televisão criou alguns programas novos, como é o caso do “Quem Quer Ser Milionário?”, com o intuito de estimular o pensamento da gente jovem que nesta altura de franco desenvolvimento da sociedade quer conhecer novos mundos, novas ideias, novos conceitos e espera da televisão uma educação visual.
“Acredito que este programa vai estimular o pensamento não só daqueles que estarão em concurso como de quem acompanhará o programa na sua poltrona, em casa”, disse.
A TV ZIMBO está no ar desde o dia 14 de Dezembro, em regime experimental, com um leque de programas, que no entender de Amílcar Xavier, são campeões de audiência, apesar de não existirem estudos que comprovem tal informação.
As pessoas que buscam informação assistindo a esta estação, continuarão a ser brindadas com o Jornal da Noite, que é considerado um jornal de proximidade que vai ao encontro dos problemas que as comunidades vivem. A direcção de programas decidiu, ainda, dar maior atenção, nos próximos tempos, às equipas angolanas que ainda estão nas competições da Confederação Africana de Futebol (CAF).
“Temos programas especiais, como o Especial Desporto, que vai para o ar logo a seguir ao Jornal de Domingo, o Cara a Cara que é um espaço de entrevista, o Prolongamento, as séries CSI Miame, CSI Nova York, os filmes e concertos criteriosamente seleccionados”.
“Chegamos à conclusão do nosso posicionamento quanto à audiência através das avaliações que as direcções de marketing e comercial têm feito junto dos grandes anunciantes e daqueles que já se fidelizaram a nossa programação. Estou a cingir-me fundamentalmente ao Makamba Hotel e ao Hora da Lei, entre outros programas”.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

5º Concurso de Jornalismo CNN

Acho que este anúncio deve interessar aos estudantes de comunicação social. Encontrei no Blog da professora universitária brasileira de literatura e colunista da Revista Vida Universitária, Lina Bicudo, e decide transcreve-lo aqui.
Segue abaixo:Olá Aline, tudo bom?
Meu nome é Frederico Conti e estou trabalhando na divulgação do 5º Concurso Universitário de Jornalismo CNN. Acredito que isso pode ser interessante para você e para os leitores do seu blog Cafofo da Aline.
As inscrições começaram no dia 24 de Março e podem ser feitas até dia 29 de Junho de 2009. O tema deste ano é “O uso da tecnologia no desenvolvimento social.” A novidade de 2009 é que o estudante vai poder enviar o vídeo de até 2 minutos pelo YouTube, sendo que ele poderá produzir quantas matérias quiser.
O concurso é válido somente para estudantes de jornalismo. O vencedor conhecerá os estúdios da CNN Internacional, além de ter sua matéria exibida pelo canal. As inscrições podem ser feitas no site:www.concursocnn.com.br.
Acompanhe ainda as novidades no Blog: http://www.concursocnn.com.br/2009/blog/
E fique à vontade para esclarecer quaisquer dúvidas comigo, por este email ou pelo telefone:
(11) 3711-8131
Obrigado pela atenção.

TAAG despedirá mais de mil trabalhadores


O coordenador-adjunto do Comité de Refundação da TAAG, Rui Carreira, anunciou esta terça-feira, 12, durante uma conferência de imprensa, que a companhia aérea nacional vai proceder nos próximos tempos o despedimento de mais de mil trabalhadores.
Rui Carreira explicou que a decisão foi tomada depois de terem realizado um inquérito que serviu para averiguar quantos trabalhadores existem e as respectivas áreas onde estão colocados. A sindicância demonstrou, no entender de Rui Carreira, que a companhia tem actualmente muitos funcionários que não desenvolvem nenhuma actividade que a beneficia.
O “número dois” da TAAG disse ainda que os despedimentos não serão feitos de forma massiva, mas em jeito de rescisão de contrato e que todos serão devidamente indemnizações, independentemente do tempo que esteve ao serviço da empresa.
A conferência de imprensa serviu para a Comissão de Refundação dar a conhecer que a companhia aérea nacional inauguraria nesta quarta-feira, 13, o voo para a cidade de São Paulo, Brasil. O voo que marcou o início da rota Luanda/São Paulo/Luanda, com duração de sete horas, transportou convidados oficiais, membros do Governo, deputados, jornalistas entre outras figuras da sociedade angolana e brasileira.
Os aviões do tipo Boeing 747, cuja hora de descolagem do Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro esteve marcada para às 9h15, têm capacidade para 260 passageiros, sendo 109 na classe económica, 54 na executiva e 16 na primeira classe. Às 16h00 horas (hora do Brasil) aterram no Aeroporto Internacional de Guarulhos (Brasil).
Com este voo, a transportadora aumenta a sua frequência para o Brasil, de seis para sete voos semanais, alternando as suas operações entre as cidades brasileiras do Rio de Janeiro e São Paulo, operando na nova rota as segundas-feiras, quartas-feiras e sábados, enquanto nos outros quatro dias a companhia voará para o destino habitual (Rio de Janeiro).
Antes do início desta nova rota a TAAG voava diariamente para a cidade do Rio de Janeiro, mas como a procura era demasiada a direcção da empresa decidiu arrancar com este projecto, que já estava engavetado, acrescentando desta forma mais três voos por semana a capital económica do Brasil (São Paulo).
Por outro lado, Rui Carreira disse que a abertura desta nova rota traz benefícios à TAAG, já que é uma rota directa entre Luanda e o maior centro de negócios da América Latina. Para a aviadora angolana atingir o equilíbrio financeiro, garantiu, foram tomadas medidas como o aumento de frequência dos voos a nível nacional e internacional.
Durante a conferência de imprensa, Rui Carreira anunciou que vão ser, também, lançadas iniciativas para a rentabilidade da TAAG nas rotas internacionais de Pequim e do Dubai nos Emirados Árabes Unidos. Dos projectos a curto prazo, a TAAG prevê a reestruturação das oficinas de manutenção, com o objectivo de que a mesma possa vir a disponibilizar os seus préstimos a outras companhias que operam no território angolano e não só.
O Jornal de Angola noticiou esta quarta-feira, que a mesma empresa que procederá o despedimento de mais de mil trabalhadores vai construir, brevemente, um hotel para alojar passageiros quando for necessário cancelar voos.
Rui Paulo Carreira para já não adiantou pormenores, mas a unidade hoteleira da TAAG deve fazer parte das infra-estruturas que estão a nascer no novo aeroporto internacional, em Bom Jesus, fronteira entre a província de Luanda e a província do Bengo.
A TAAG faz voos internacionais, entre outros destinos, para Harare (Zimbabwe), Joanesburgo (África do Sul), Lusaka (Zâmbia), Brazzaville (Congo Brazzaville), Kinshasa (RD Congo), Lisboa (Portugal), Sal (Cabo Verde), São Tomé e Príncipe, Windhoek (Namíbia) e Rio de Janeiro (Brasil) Pequim, (China).

Tchizé e Zedú distinguem hoje figura do ano 2008

Ponto Prévio: A “brincadeira de eleição” das figuras que mais se destacaram em 2008 será mesmo efectivada com os concorrentes que já aqui nos referimos. Passou a ser normal termos que conviver anualmente com a eleição das Divas do Ano, agora que não vamos aqui compactuar é com a inclusão de humoristas (não tenho nada contra o Pedro N´zagi, até porque sempre que posso vejo programa Hora Quente) na categoria de profissionais da comunicação social.
Na última edição da revista Caras, que é capa, datada de 9 de Maio, número 230, o autor da entrevista diz que Pedro N´zagi formou-se em jornalismo e engonharia informática em Portugal.
O Tribuna da Kianda aprofundará este assunto nas próximas ocasiões, visto que quem tiver a ousadia de confrontar os dados académicos avançado pelo humorista, na revista Vida, poderá ver que algo não bate certo. Pena que os comunicologos da nossa praça que no dia da Liberdade de imprensa aparecerem nos meios de comunicação social não se pronunciaram sobre o assunto. Medo ou esquecimento?
Por agora, retomamos apenas o texto sobre os concorrentes da gala denominada Prémios Angola 35 Graus.

As empresas dos dois filhos do Presidente, José Eduardo dos Santos, que estão encarregues de administrar e produzir programas para o canal 2 da TPA, Westside e Semba comunicação, em parceria com a revista Caras, realizarão as 19horas de hoje, no Cine Tropical, uma gala de premiação dos jovens angolanos que mais se destacaram em 2008 denominada Prémios Angola 35 Graus.
Para que a actividade seja realizada com o mínimo de “transparência possível” e ganhe credibilidade no seio do público, a organização do evento está a desencadear uma vasta campanha de publicidade nos meios de comunicação social público, apelando os mesmos a participarem da eleição.
Nesta sexta-feira, 24, as empresas de José Eduardo Paulino dos Santos (Semba Comunicação) e Tchizé dos Santos Pegô (Westside e Cara Angola), publicitaram no Jornal de Angola, que serão premiados os jovens com menos de 35 anos que mais se destacaram nas mais variadas áreas da sociedade o ano passado, designadamente, economia, política, sociedade, desporto, cultura, artes, vida académica, filantropia, ciência e tecnologia. “Será igualmente atribuído um prémio de carreira”, lê-se no anúncio sem entrar mais em detalhes.
A organização apela ainda o público a votar nas pessoas que lhe convir, bastando para tal, recortar o anúncio e entrega-lo na portaria da Rádio Nacional de Angola (RNA), depois de assinalar devidamente para quem recaem os votos. “O seu voto é importante para nós”, anunciam.
A Grande Gala ou Espectáculo de Gala, como esta a ser chamado, é considerada pelos membros da sociedade civil e peritos das categorias existentes de positivo, mas defendem que a organização devia analisar melhor os critérios de selecção dos candidatos.
O humorista Pedro N´zagi está a concorrer para a categoria de figura da comunicação social com os jornalistas Mariano Brás (Semanário A Capital), Mara Dalva (Rádio Nacional e Programa Dia-a-Dia da TPA2), Josina de Carvalho (Jornal de Angola) e Mário Vaz (Programa Bom Dia Angola TPA1), o que para muitos constitui uma autentica falta de respeitos aos profissionais da classe.Para a categoria de figura do ramo da economia e negócios disputam personalidades conhecidas apenas pelos membros do Jet7 angolano e pela conhecida classe média.
Com excepção de Armando Manuel (director Nacional do Tesouro), que tem como “adversário” Andreia Machado (directora do Grupo Cosal), David Carvalho (director de Investimento do BAI), João Kipipa (secretario geral do ministério da Economia) e António Monteiro (director jurídico do Banco Espírito Santo).As categorias menos disputadas são de personalidade política/social e de destaque académico com apenas três concorrentes cada.
Na primeira, concorrem pelo galardão os deputados João Pinto, Sérgio Rescova e Emília Carlota. Ao passo que na segunda, perfilam os académicos Adão de Almeida (jurista e porta-voz da CNE), Cremildo Paca (jurista) e volta a se registar a presença de Armando Manuel como professor universitário.
O “show mam” Yuri da Cunha e os recordistas Matias Damásio e Yanick vão disputar com a cantora emergente Ary o título de jovem artista que mais se destacou em 2008. Esta é considerada a categoria mais disputada pelo facto de os quatro concorrentes já terem sido galardoado em diferentes categorias do Top dos Mais Queridos, organizado pela Rádio Nacional de Angola.
Contrariamente a categoria de política e sociedade em que só figuram deputados, na de artes a organização do evento procurou seleccionar pessoas de diferentes áreas deforma a corresponder positivamente os anseios do eleitorado.
O realizador do “badalado” filme “Assaltos em Luanda I e II”, Toni Narciso (Dito), vai travar essas disputa com o reconhecidíssimo homem das letras Ondjaki.Para além de prosador e poeta, Ondjaki é conhecido no mundo das artes como escritor de cinema e co-realizador de um documentário sobre a cidade de Luanda (“Oxalá cresçam Pitangas – histórias de Luanda”, 2006). Venceu o ano passado o prémio “Portugal TELECOM” (Brasil, 2008), com a obra literária “Os da minha rua”.
A bailarina Cilana Majenje e o artista plástico Hildebrando Melo também ingressam a lista.Este detém na sua galeria o Prémio Ensarte/2004, na categoria "Juventude", uma promoção da Empresa Nacional de Seguros de Angola (Ensa) e arrebatou igualmente o primeiro lugar do concurso "Sona Desenhos na Areia" da empresa norueguesa do ramo dos petróleos, Nosk Hydro. Da bailarina Cilana Majenje, sabe-se apenas que foi a vencedora do concurso de dança Bounce, realizado o ano passado pelo Canal 2 da TPA.
De realçar que o quarto herdeiro do Presidente, Eduardo dos Santos, procurou sempre deixar claro que a ideia original daquele programa era sua.Manucho Gonçalves, o jogador angolano do Manchester United emprestado ao Panathinaikos da Grécia, está a disputar a categoria do desportista do ano com os seus colegas do Pedro Mantorras, Benfica de Lisboa, a andebolista Nair de Almeida e o basquetebolista Kikas Gomes. A
popularidade deste último jogador aumentou depois de ter sido galardoado com o prémio de Jogador Mais Valioso (MVP), referente ao Campeonato Nacional de basquetebol sénior masculino de 2008 conquistado pela formação "militar".
O humorista Pedro N´zagi está a concorrer também na categoria de entretenimento, o lugar certo para o homem, com os seus colegas Vanda Pedro (Programas Conversas no Quintal da TPA2), Cesalty Maiato Paulo (Os Tunezas) e Nelo Jazz (Papa N´gulo).

terça-feira, 12 de maio de 2009

Governo Provincial do Huambo anuncia punir infractores

O governo provincial do Huambo divulgou, no pretérito dia 5, uma nota de imprensa anunciando que punirão severamente os militantes das associações juvenis do MPLA e da UNITA que estiveram no conflito que resultou no ferimento de oito membros Juventude Unida Revolucionária de Angola (JURA) e do primeiro secretário do partido no poder da comuna de Chiumbo.
No comunicado que o Tribuna da Kianda teve acesso, o governo provincial explica que o conflito deu-se porque as duas agremiações não conseguiram partilhar o mesmo espaço (município), visto que realizavam actividades diferentes na mesma localidade. “uma das actividades marcava o culminar da jornada da JMPLA celebrada durante o mês de Abril e a outra era alusiva a realização da conferência provincial da JURA, que decorria no município do Katchiungo".
Para além dos oito militantes da JURA que deram entrada, no domingo, 3, no banco de urgência do hospital central do Huambo, depois de serem agredidos por militantes da JMPLA do município do Katchiungo, os enfermeiros também prestaram os seus préstimos ao primeiro secretário do MPLA que se encontrava neste município em missão de serviço.
O secretário nacional do braço juvenil da UNITA, Liberty Chiaca, disse que dos oito pacientes seis foram mandados para casa no mesmo dia, após serem medicados, enquanto os outros dois, nomeadamente, Armando Kaquepa (segundo secretario da JURA no Huambo) e Almeida Diniz (militante) se encontravam, até nesta quinta-feira, 7, internados por estarem em estado grave. O primeiro partiu o braço direito ao passo que o segundo teve ferimentos profundos no rosto.
Liberty Chiaca acusa a direcção da JMPLA do Katchiungo de terem mobilizado, um teve início um dia antes, os seus militantes para arremessarem pedras, paus, ferros e ameaçarem com catanas os seguidores do seu partido durante o acto de encerramento da conferência.
“O primeiro secretário da JMPL do Katchiungo, Fernando Chiumbo, é quem incitou os seus militantes e simpatizantes a praticarem tal acto de forma a sabotarem a nossa actividade”, explicou, acrescentando de seguida que “acredito que estas acções foram realizadas com a anuência do administrador municipal, António Coutinho, porque ele não se dignou em receber-nos durante a nossa estadia no local, visto que tínhamos marcado antecipadamente o encontro, mas este começou a nos esquivar, adiando-o por três vezes”.
Ao pisar o solo do planalto central, no sábado, a direcção da JURA teve um encontro na manhã do dia seguinte, com o comandante da polícia daquele município que garantiu-lhe toda a segurança durante a sua estadia. Mas, no entender de Liberty Chiaca, isso não aconteceu porque os efectivos da polícia não moveram “nenhuma palha” e assistiram imóveis os actos de vandalismo perpetuados pelos militantes do braço juvenil do MPLA.
O primeiro secretário provincial da JMPLA no Huambo, Domingos Dombele, esclareceu ao Tribuna da Kianda que não podia prestar muitas informações acerca do assunto por ter acompanhado de perto os acontecimentos porque se encontrava em missão de serviço na capital do país.
“Estou neste momento a recolher informações junto das autoridades locais, mas posso lhes assegurar de antemão que os actos de vandalismo foram praticados pelos miúdos de rua”, frisou.
Por outro lado, Domingos Dombele contou que os membros da JURA foram atacados durante a manifestação de rua que estavam a realizar na localidade de Lundimbali cujo término estava previsto em Katchiungo.
“Não há nenhum jovem do nosso partido envolvido nestes acontecimentos, porque eles estão disciplinados a não se envolverem em acções do género. Importa referir que estas acusações são falsas e que o secretariado da JURA age sempre assim”, rematou. Acrescentando de seguida que “a UNITA ainda não conseguiu recuperar-se da derrota que sofreram nas eleições legislativas e os seus dirigentes aproveitam as situações do género para acusarem o nosso partido”.
Este infausto incidente aconteceu numa altura em que a JURA encontrava-se a fazer uma digressão pelas quatros províncias do centro do país, que teve início no Kwanza Sul, passando pelo Huambo, Bié e Benguela.
O conflito que deu-se na antiga cidade de Nova Lisboa, levou a comitiva a regressar àquele município depois de se terem deslocado ao Bié. Contactado nesta quinta-feira, 7, pelo Tribuna da Kianda, o comandante provincial da polícia do Huambo, António de Jesus Guedes, disse que se encontra em Cabinda, mas já tomou conhecimento do caso e orientou os seus efectivos a aconselharem os lesados a prestarem queixa.
No comunicado de imprensa lê-se que as duas organizações estavam a realizar actividades políticas, culturais e recreativas na mesma localidade, pelo que o governo solícita “a toda a população a manter-se vigilantes e a não pactuar com actos que incitem a violência e que ponham em causa os esforços de consolidação do estado democrático e de direito em construção”.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Táctica de combater a falciformação, na voz do paciente Nelo de Carvalho

Venho por este meio sensibilizar-me com a ADAF, Associação Angolana de Apoio aos Doentes de Anemia Falciforme, porque também sou um dos interessados no problema.

A propósito, já eu sabia através de alguém que Luís Fernando era presidente dessa Associação e que tinha um membro de sua família com problemas a que esse texto se refere. Meu interesse e solidariedade aqui, não é a solução dos milhões de dólares que nesse momento tanta falta faz a Associação, mas sim transmitir o pouco de conhecimento e a informação que ao longo desses 44 anos acumulei. É como paciente, na solidão e na busca implacável de um tratamento, na busca do bem-estar e melhoria, que carrego o drama de ter a doença que estou aqui para compartir informação e quem sabe tentar ajudar. A solução de conviver com a anemia falciforme pode ser simples e barata quando se tem informação e cultura. Pode ser simples também quando não se é egoísta e oportunista, e faz-se da doença um problema dos outros, ou simplesmente de quem tem.
A anemia falciforme não constitui simplesmente um problema daqueles que têm. Ela é uma característica genética que em menor ou maior medida ajudou a sobrevivência da espécie ao longo dos últimos dois milhões de anos de nossa existência, refiro-me a espécie humana. Além disso, poderia ser simples se o Estado Angolano pudesse considerar a mesma doença como um problema social de saúde pública, como um problema que devia se assumir considerando que é uma característica genética da população nativa. E não abandonar a mesma população como fazia a Administração colonial portuguesa, que em pleno século XX e mesmo sabendo do drama, limitava-se a dizer que isso era um problema dos negros ou dos nativos. Os médicos portugueses mal tinham interesse em informar as famílias, país e mães, sobre o padecimento das crianças com relação a essa doença. O desastre e a ignorância é tanta, que no meu caso, minha mãe morreu sem saber nunca de que problema de saúde eu estava afligido.
Querido Luís Fernando, só como conversa, e no afã de querer recordar coisas boas. Dizem que você estudou em Cuba, eu também, em particular na cidade de Santiago de Cuba, que é uma das regiões de Cuba onde por coincidência a população negra chega a ter o maior índice. Para informação dos nossos governantes e autoridades a doença nessa região é bem mapeada pelo sistema de saúde e controlada, atenções especiais a esse tipo de paciente não faltam. É claro que isso foi quase há vinte anos atrás quando eu ainda estava lá, acredito que depois de todo esse tempo as coisas devem ter melhorado. Mas vamos ao que interessa que o objetivo aqui não é a de se fazer propaganda comunista, hoje tão ridicularizados até por gente que um dia assim se considerou.
Como não podia deixar de ser, em minhas andanças e até aventuras, no Brasil tenho consultado alguns médicos, entre eles bons especialistas. E é de conhecimento de todos que quando se trata de doenças incuráveis os pacientes vão atrás das novidades. O que tentarei transmitir é uma novidade simples e barata que talvez possa ser do vosso conhecimento, mas que para mim tem dado bons resultados. Se não for novidade entre os pacientes da ADAF, então o que ficará entre nós é mesmo só a solidariedade. E o clamor que se junta ao vosso pedido de ajuda milionária para conseguirem a remessa do famoso Vk500, que eu pessoalmente nunca usei.
A novidade que trago, que não é uma solução, é um produto de pesquisa e conhecimento científico da comunidade médica Argentina que consiste no consumo diário da Aspirina e o conhecido ácido fólico. A aspirina diária pode ser meio comprimido dependendo da idade do paciente, e nem precisa ser diária, também pode ser um dia sim, um dia não. Quando existir crise, ou inicio de crise, a dose de Aspirina pode ser aumentada num intervalo de seis em seis horas. Para criança pode ser o chamado AS ou aspirina infantil. Nossos médicos em Angola, se bem informados, eles devem ter ou deveriam ter conhecimentos disso.
A aspirina geralmente pode ter para algumas pessoas, é preciso certificar-se para cada caso, contra indicações, principalmente quando a mesma é ingerida diariamente. Aí, sim, seria o caso de consultar-se um médico e ouvirmos o que o mesmo pode opinar. Mas com certeza o que ele não dirá é que o consumo diário da aspirina com o ácido fólico faz mal ao paciente da anemia falciforme. Pode até não exercer os efeitos esperados, mas piorar ou “matar” não vai acontecer. Falo isso por experiência própria e como paciente venho adotando esse procedimento há três anos e tenho melhorado muito. Além disso, minha intenção é só de querer ajudar. Tenho certeza que se
algum membro da ADAF adoptar esse procedimento não vai piorar nem morrer por isso.
Por outro lado, vamos tentar explicar aqui os efeitos da aspirina nesse caso, para que a informação não aparente ser algo transmitida por um asno. O efeito não é de analgésico, mas sim porque o produto químico de que é feito a aspirina, o ácido acetilsalicício, é de exercer um efeito anticoagulante. Ou seja, diminui a viscosidade do sangue facilitando a circulação do mesmo e com grande probabilidade diminuindo a possibilidade de uma crise de anemia falciforme. Nossos médicos angolanos, também, devem saber isso. O ácido fólico só tem a função de aumentar a hemoglobina. É claro que essa dica da aspirina só vale para os casos mais crônicos para pacientes que vivem em crises constantes. Aqueles que padecem da crise de maneira eventual talvez só poderiam fazer uso desse procedimento quando acreditarem que estarão em um estado iminente de a mesma aparecer, durante a mesma crise e se for possível dias depois que a mesma vá desaparecendo, vai depender do estado ou nível da crise do paciente.
Caro Luís Fernando eu herdei não só a anemia falciforme, mas também o velho hábito, a mania “arcaica e dinossaura” dos teóricos marxistas de vincular tudo aos problemas sociais e políticos. É uma praga de minha parte (que confesso), uma cruz que devo carregar eternamente. E por isso vou terminar meu artigo com um tom de provocação. Perdem-se 8 bilhões num país onde as pessoas clamam por todas as formas de dor, fome, doenças, falta de empregos e casas em investimentos obscuros que só Sonangol dá-se o luxo de fazer e sabe fazer. A Sonangol dá-se o luxo até de dar o dízimo a igreja Maná, dízimo com dinheiro público, investimento em empresas falidas e com papéis podres na ex-Metropole (que hoje tornaram-se um bando desempregados e larápios que agora se dão no direito de aproveitarem os lucros do crescimento do nosso país) com o dinheiro de todos os Angolanos. Já que a mesma não sabe mais a onde pôr o dinheiro, esse dinheiro que é do povo e do petróleo de todos, quem sabe eles podem nós escutar. E acreditarem que podemos sucumbir a qualquer instante por falta daquilo que se tornou vital para muitos de nós, o Vk500. Sucumbirmos por carregarmos essa carga genética que hoje se tornou indesejável, mas que constituiu uma das obras mais perfeita da natureza na luta pela sobrevivência da nossa espécie.



* Nelo de Carvalho, o título é de autoria do Tribuna da Kianda e no texto respeitou-se a grafia original brasileira.
Fonte:
WWW.blog.comunidades.net/nelo

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Crocodilos matam nove crianças no Kwanza-Sul


Pelo menos nove crianças morrem depois de serem atacadas por crocodilos, nas ultimas semanas, e duas senhoras travaram duras batalhas contra este repte nas margens do Rio Keve, município de Amboim, na província angolana do Kwanza Sul.

Casos como estes são muito frequente nas zonas rurais, pelo facto de a população depender estritamente da água proveniente de rios e lagos. Na comuna da Funda, segundo informações a que o Tribuna da Kianda teve acesso, apesar de o forte cordão de segurança que as donas de casas fazem para protegerem os seus filhos sempre que se dirigem ao rio Bengo ou a Lagoa da Kilunda, para acarretar o precioso líquido ou tratar da higiene pessoal são muito frequentes.
No Kuanza Sul, os ataques de crocodilos, ocorreram quando as crianças se deslocaram ao rio para transportar água para as suas casas.
Estas mortes, nove no total, ocorreram na localidade de Zâmbia, no município do Amboim, Kwanza-Sul, atingindo crianças com idades compreendidas entre os 10 e 16 anos. Segundo o responsável da cooperativa 28 de Setembro da localidade de Zâmbia, Domingos Bento, estes casos têm estado a acontecer desde que foi encerrado o canal que irrigava uma fazenda local. "A população passou a ir buscar água directamente ao rio Keve, onde os jacarés estão muito maus", disse Domingos Bento à emissora estatal angolana. Domingos Bento salientou que nesta vaga de incidentes com crocodilos seis mulheres também já foram atacadas quando tentavam recolher água para consumo, "mas saíram ilesas" ou com ferimentos ligeiros. "Mais algumas mulheres, em diferentes momentos, lutaram com os jacarés e perderam os seus haveres", disse Domingos Bento, sublinhando que até sexta-feira passada nove crianças tinham morrido.

O exemplo brasileiro que ignoramos


Às vésperas do Dia Mundial da Liberdade Imprensa (3/5), a suprema corte do Brasil deu um grande passo na consolidação do sistema democrático e na defesa da liberdade de expressão como um importante direito individual e colectivo. Reivindicação histórica do movimento sindical dos jornalistas, a revogação da lei 5.250/67 - a Lei de Imprensa - consagra o princípio de que muito mais que uma prerrogativa profissional, a liberdade de imprensa é, acima de tudo, uma conquista social.
No entanto, ao optar, por maioria de votos, pela extinção completa do texto, o Supremo Tribunal Federal (STF) desarma a sociedade de garantias na relação com os meios de comunicação e cria um ambiente de insegurança para actuação dos veículos e profissionais.
A alternativa adoptada pelo STF transfere para juízes de primeira instância o poder de resolver conflitos, na ausência de balizamentos, com critérios absolutamente pessoais e particulares.Diga-se em defesa do STF, que a responsabilidade pelo vazio jurídico de uma legislação específica é, na verdade, resultado da omissão do Congresso Nacional que se recusa a votar uma nova e democrática lei de imprensa.
Pronto para ser incluído na pauta de votação em plenário da Câmara desde Agosto de 1997, o projecto de uma nova legislação para a imprensa - cujo conteúdo está expresso no substitutivo do ex-deputado Vilmar Rocha (PFL-GO) ao PL 3.232/92 - vem sendo sistematicamente "esquecido" pelo parlamento brasileiro há 11 anos.Do ponto de vista da luta pela democratização da comunicação, temos a convicção de que a aprovação do substitutivo Vilmar Rocha corresponderia a uma conquista importante para a sociedade e para a autonomia de trabalho aos jornalistas. A proposta traz inovações como o rito sumário para o direito de resposta; determinação de que a resposta tenha de ser veiculada no mesmo espaço onde ocorreu a ofensa; pluralidade de versões em matéria controversa; obrigatoriedade do serviço de atendimento ao público; não impedimento de veiculação de publicidade ou matéria paga; identificação dos reais controladores dos veículos de comunicação e conversão das penas de cerceamento da liberdade para os delitos de imprensa em prestação de serviços à comunidade.D
iante da crescente demanda da sociedade em relação ao comportamento da mídia, o empresariado tem enfrentado limites para produzir uma argumentação em defesa da pura e simples inexistência de regras democráticas para as práticas sociais na mídia.
Neste contexto, a possível aceitação de uma Lei de Imprensa como algo inevitável, seguramente continua associada ao temor de que a ausência de uma legislação que imponha limites claros em relação às penalizações financeiras componha um cenário ainda pior. Ou seja, o raciocínio parece ser o de que é melhor ceder em itens que democratizam procedimentos da imprensa, mesmo contrariando seus interesses, do que correr o risco de pagar vultosas quantias, como resultado de ações judiciais por danos morais, que eventualmente coloquem em risco a existência do próprio negócio.
Outro dado a ser considerado é que, na medida em que transcorre o tempo, aumentam as exigências e demandas da sociedade e as condições institucionais para sustentá-las. Ou seja, com o passar do tempo, aquilo que actualmente está no substitutivo do deputado Vilmar Rocha - e que foi aceito como "palatável" pelo empresariado - provavelmente não mais será suficiente para a sociedade.
É claro que a aprovação de emendas ou de um novo texto na Câmara dos Deputados para o projecto 3.232/92 implica o seu retorno ao Senado, onde haverá novas votações, com resultados favoráveis ou não, de cada uma das modificações introduzidas no texto original do Senado, que é o substitutivo do Senador José Fogaça (PMDB/RS) sobre projecto de lei 173/91, apresentado em 24/5/1991 pelo senador Josaphat Marinho (PFL-BA). Tal circunstância só reforça a interpretação de que, sem uma solução amparada em ampla base de consenso, o direito da sociedade ter uma Lei de Imprensa actualizada continuará sendo obstaculizado e adiado.
A própria FENAJ tem contribuições para o aperfeiçoamento da matéria, como mecanismos de restrição à litigância de má-fé e que coíbam a "falsidade não nominativa", que é a possibilidade de que sejam reparadas - por meio da acção do Ministério Público, provocado ou por conta própria - falsidades veiculadas pelos veículos de comunicação que não atinjam directa e especificamente a alguém.Faz parte da tradição jurídica brasileira e elaboração de legislação específica para a imprensa.
A revogação da lei 5.250 é uma conquista a ser comemorada. No entanto, o actual cenário de lei nenhuma não interessa aos jornalistas e, em especial, à sociedade. O momento exige mobilização da categoria, do próprio empresariado consciente da necessidade de uma nova legislação e, principalmente, dos movimentos e organizações sociais. O momento exige um claro e inequívoco posicionamento do Congresso Nacional.
Comprometida com a causa da defesa das liberdades democráticas, a FENAJ reafirma sua disposição de seguir lutando por uma nova Lei de Imprensa. Uma legislação assentada em bases democráticas, que proteja a liberdade de imprensa, ofereça salvaguardas ao trabalho profissional e garantias à sociedade. Que seja, sobretudo, instrumento de defesa do jornalismo ético e honesto e forma democrática de canalizar as relações do cidadão com a imprensa e seus profissionais.
Brasília, 3 de Maio de 2009.
Directoria da Federação Nacional dos Jornalistas - FENAJ