Pesquisar neste blogue

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Candidatos à docência preferem zonas rurais

Determinadas a candidatar-se a uma das 596 vagas disponíveis na Direcção Provincial de Educação de Luanda no âmbito da admissão de professores do Iº ciclo do ensino secundário diplomado, as jovens Etilasia Mateus e Sílvia Panda, saíram das suas residências (no Morro Bento) por volta das 8horas da manhã de quarta-feira, 25, com destino ao município da Quimassama.
Depois de terem percorrido de táxi e autocarro a distância entre o seu bairro e o desvio para a Quissama, em Cabo Ledo, começaram a trilhar a pé, sem saber que o percurso lhes reservava 125 quilómetros até à sede no novo município de Luanda.
Percorridos cerca de três quilómetros, as candidatas, que estavam trajadas de roupas e calçados adequados para este tipo de empreitada, solicitaram boleia a um automobilista que por ali circulava, mas receberam um não como resposta. Mesmo assim, a ânsia de conseguir um emprego no Estado falou mais alto e prosseguiram com a marcha, alimentando-se de bolachas de água e sal e saciando a sede com àgua, o líquido precioso que se encontrava num pequeno recipiente. Até que apareceu um outro automobilista que se disponibilizou a ajudá-las. Ao notarem que o relógio marcava 15horas, as peregrinas interiorizaram a possibilidade de não conseguirem inscrever-se no mesmo dia e optaram por montar uma nova estratégia de permanência no local até ao dia seguinte.
Segundo conta Etilasia Mateus, esta possibilidade foi descartada ao chegarem ao destino pelo facto de terem encontrado a repartição municipal da Quissama em pleno funcionamento, às 17horas e 25 minutos devido à visita surpresa que o director provincial de Luanda efectuou àquela localidade.
“Mesmo assim não conseguimos fazer a inscrição porque só estão a seleccionar aquelas pessoas que frequentaram as escolas especializadas na formação de professores e nós fizemos o curso médio de ciências exactas”, disse, com um ar de tristeza. Acrescentando, de seguida, que “tentámos ainda convencer a funcionária daquela repartição que ficasse com a nossa documentação, visto que os seus superiores podem vir a mudar de ideia, caso a quantidade de candidatos especializados no ramo da docência sejam inferior à oferta”.
No anúncio de abertura de concurso público para ingresso divulgado na edição do Jornal de Angola nos dias 17 e 18 de Abril, consta, entre os vários requisitos exigidos aos candidatos que pretendem leccionar no Iº ciclo, o curso médio de formação de professores ou equivalente.
Acreditando que o equivalente se referia ao ensino pré-universitário, as nossas interlocutoras pensaram que poderiam concorrer em pé de igualdade com os outros candidatos.
Sílvia Panda é de opinião que muitos dos requisitos exigidos neste tipo de concurso público acabam por ser um obstáculo àqueles que têm vocação para a docência, mas que por não terem conseguido ingressar numas das Escolas de Formação de Professores (ex-Instituto Normal de Educação) acabaram por se formar noutra área.
“O Governo deve ter em conta que, durante a época de conflito, a maior parte das pessoas não tinham condições para escolher os locais para estudar. Algumas pessoas que sonhavam em ser docentes e tinham vocação para tal acabaram por fazer electricidade, mecânica, contabilidade e aqueles que planeavam formar-se nesta área acabaram por estudar nos INE`S”, defendeu.
Para ela, a exigência da entrega dos certificados originais no momento da inscrição não é uma das medidas mais acertadas porque o mesmo é posto no balde de lixo, quando os júris desclassificam o candidato. O que resulta em perda de dinheiro pelo facto de as escolas exigirem o pagamento de uma taxa para emitir os certificados, enquanto que isso pode ser evitado com a entrega de fotocópias autenticadas dos certificados.
Apesar das disparidades socioeconómicas que existem entre aquele Município e o de Belas, ambas foram unânimes em afirmar que estão interessadas em trocar a vida agitada da cidade grande pela rural. Nem sequer ficaram surpreendidas com as condições que ali encontraram.
De acordo com informações a que o Tribuna da Kianda teve acesso, a repartição da Educação da Quissama tem maior carência de professores nas cinco comunas e os docentes admitidos nos concursos passados que foram enquadrados nestas áreas acabaram por desistir devido às condições sociais.
“Como o Executivo está a desenvolver um grande esforço para reabilitar as vias de acesso às localidades mais recônditas, certamente que as comunas que ficam isoladas da sede quando há grandes enxurradas terão este problema resolvido”, disse uma fonte afecta àquela secção de Educação.
Defendeu ainda que os candidatos só passaram a acorrer em massa àquele local, por causa das dificuldades que encontraram nos postos de inscrição próximos do centro da cidade.
A Quissama possui uma população estimada em 22 .308 habitantes, que se dedica à agricultura de subsistência, caça e pesca artesanal. Está localizada a cerca de 150 quilómetros a nordeste de Luanda.

CRIME: Venda de ficha no icolo e Bengo

 No município do Icolo e Bengo a nossa equipa de reportagem encontrou alguns jovens a comercializarem as fichas de inscrição a um preço que varia entre 100 e 50 kwanzas. As pessoas que estavam interessadas em inscrever-se não viram outra solução senão comprá-las porque já haviam sido informadas pelos funcionários da repartição que não havia fichas.
“Comprei-a porque não tive outra solução, além do mais já estou há dois dias fora de casa só por causa deste concurso”, contou Madalena de Almeida. Saiu de casa na terça-feira em direcção à Cacuaco, onde tentou fazer a sua inscrição mas não teve êxito devido à enchente que ali encontrou.
Para não regressar em casa sem cumprir com a missão a que se predispôs, optou por se deslocar à cidade de Caxito, onde passou a noite numa pensão e, na manhã de quarta-feira, foi ao município do Icolo e Bengo à procura de mais uma vaga.
A corrida de um ponto da cidade ao outro custou-lhe 500 kwanzas. Por outro lado, radiante de alegria, estava o jovem Panda Miguel Afonso, 26 anos, que saiu do Palanca às 5h30 da manhã com destino a Catete tendo sido uma das primeiras pessoas a ser atendida.
“Optei por vir aqui porque nas repartições que estão próximas da cidade há muita enchente. Ao passo que aqui há também candidatos de diversos municípios de Luanda, visto que quando cheguei aqui às 6 horas da manhã havia só 35 pessoas a espera”, contou. O bacharel em psicologia, que pretende dar aulas de matemática ou história no 2º ciclo, disse ainda que optou por aquela localidade por acreditar que existe mais possibilidade de conseguir emprego e que a distância não constitui motivo de preocupação.

VIANA REGISTA MAIS MIL INSCRIÇÕES POR DIA

A repartição municipal da educação de Viana registou, nos primeiros dias, mais de 1.100 candidatos. Esta cifra está a baixar paulatinamente visto que, na terça e quarta-feira, a quantidade de candidatos baixou entre 800 e 700. A informação foi avançada ao Tribuna da Kianda pelo coordenador da comissão de inscrição daquela localidade, Paulo Macanda.

Macanda disse ainda que já não há registo de candidatos que passaram a noite na Escola 9004, nos últimos dias, e que há apenas registos de cidadãos que aparecem às 4 horas da manhã para marcarem os seus lugares.
Para facilitar o processo, os candidatos a docentes, inspectores, escriturário, auxiliar de limpeza ou operário qualificado, são repartidos em duas filas em função do sexo.
Questionado sobre que disciplina pretende ministrar caso for admitido, o jovem Gil Miguel João, 25 anos, candidato a professor do ensino primário auxiliar do 6º escalo, disse que seria pedagogia, por ter se formado neste ramo no Colégio Elves de Sousa.
“Candidato-me não só por estar desempregado, mas também por ter vocação para tal, visto que tive uma média bastante alta na disciplina de pedagogia”, explicou, esquecendo-se que no ensino primário não existe a disciplina de pedagogia.
Já o professor do ensino particular, Eliseu Mina Lage, considera este concurso como sendo a única oportunidade que tem para ingressar no quadro d funcionalismo público e contribuir para o crescimento do país.
Apesar dos quatro anos de experiência como professor que possui, faz parte do grupo de candidatos que correm o risco de ficar de fora por não ter feito a formação média numa das escolas de formação de professores.
“Tudo isso é muito complicado porque há mais facilidade das pessoas estudarem nos centros pré-universitários em relação aos institutos com cursos técnicos”, defendeu o jovem que estava há mais de quatro horas a espera para ser atendido.
O concurso público aberto pelo Ministério da Educação tem 18.663 vagas para professores em todas as provinciais do país.

REACÇÃO: Director reforça repartições de educação

Ao chegar à repartição de educação da Quissama a equipa de reportagem do Tribuna da Kianda deparou-se com uma equipa de quadros sénior da direcção provincial da Educação de Luanda a averiguar o andamento do processo de inscrição dos candidatos, depois de ter passado pelos municípios de Viana, Cacuaco e Icolo e Bengo.

André Soma (na Foto) garantiu que o problema da venda de ficha neste último município já foi resolvido com a entrega de uma enorme quantidade de fichas de inscrição e que o processo já voltou ao seu curso normal.
“Estamos satisfeitos com o trabalho que está a ser feito em Viana, no entanto, em Cacuaco, não foi a mesma coisa, mas graças à nossa pronta intervenção a situação foi resolvida.
Também não gostámos do que vimos em Icolo e Bengo, e na Quissama o quadro é relativamente normal”, explicou.
Quanto à existência de redes organizadas de indivíduos que cobram dinheiro a candidatos a concursos públicos para novas vagas de professores em troca de facilidades de acesso, André Soma disse que o caso foi entregue aos efectivos da Direcção Provincial de Investigação Criminal (DPIC) para que sejam tomadas as medidas necessárias.
Segundo ele, as autoridades policiais já estão no encalço de alguns dos suspeitos de cobrar entre 1.500 a dois mil dólares para inscrição de cada pessoa interessada em ingressar na docência e igual valor depois do enquadramento.
Salientou, por outro lado, que a visita teve como objectivo redefinir a estratégia de atendimento para que fosse mais célere e que não há necessidade dos candidatos passarem a noite nos locais de inscrição.
O responsável pelo sector da Educação de Luanda lembrou que as inscrições são grátis e ao candidato exige-se apenas que apresente a documentação que consta na edição do Jornal de Angola dos dias 17 e 18 Abril deste ano.
Em Luanda existem 1.710 vagas para a docência e as inscrições vão até o próximo dia 15 de Maio.

Assinala-se hoje o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa

Assinala-se hoje, Quinta-feira, 3 de Maio, o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa. Esta data foi escolhida por se tratar do dia do aniversário da “Declaração de Windhoek”, aprovada durante um seminário organizado pela UNESCO sobre a "Promoção da Independência e do Pluralismo da Imprensa Africana", que se realizou em Windhoek, Namíbia, de 29 de Abril a 3 de Maio de 1991.

A Declaração considera a liberdade, a independência e o pluralismo dos medias como princípios essenciais para a democracia e os direitos humanos. Este ano a efeméride é comemorada sob o tema “Novas vozes: a liberdade da media ajudando a transformar sociedades”.
Por ocasião da data, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e a directora-geral da UNESCO, Irina Bokova, emitiram uma mensagem conjunta, onde consideram a liberdade de expressão um dos direitos mais preciosos.
Sustenta toda a liberdade aos outros e fornece uma base para a dignidade humana. Imprensa livre, pluralista e independente é essencial para o seu exercício.
Segundo a mensagem, a liberdade de imprensa implica na liberdade de ter opiniões e de procurar receber e transmitir informações e ideias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras, como previsto no artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Essa liberdade é essencial para as sociedades saudáveis e dinâmicas.
“As mudanças no mundo árabe demonstraram o poder das aspirações de direitos, quando combinado com novas e velhas medias”, lê-se na mensagem, acrescentando que, “a recém-descoberta liberdade de imprensa está prometendo transformar as sociedades através de uma maior transparência e responsabilidade”.
De acordo com a mensagem, “é abrir novas formas de comunicar e compartilhar informações e conhecimentos. Poderosas novas vozes estão mais altas, especialmente as dos jovens, onde ficavam caladas antes. É por isso que este ano o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa é centrado no tema “Novas vozes: a liberdade da media ajudando a transformar sociedades”.
Acrescenta que a liberdade de imprensa também enfrenta pressões severas em todo o mundo. No ano passado, a UNESCO condenou o assassinato de 62 jornalistas que morreram no exercício da sua função.
Esses jornalistas, indica o documento publicado no dia 27 de Abril de 2012 “não devem ser esquecidos e os crimes não devem permanecer impunes. Como a media se move virtualmente, outros jornalistas on-line, incluindo bloqueios, estão a ser perseguidos, atacados e mortos pelo seu trabalho. Eles devem receber a mesma protecção que os trabalhadores tradicionais da media”.
Para o documento conjunto, em 13 e 14 de Setembro de 2011 foi realizada na UNESCO, a primeira reunião interinstitucional das Nações Unidas sobre a segurança dos jornalistas e a questão da impunidade.
Acrescenta que foi produzido um plano de acção da ONU para construir um ambiente mais livre e seguro para os jornalistas e profissionais de media em todos os lugares.
Ao mesmo tempo, prossegue a mensagem, “continuaremos a fortalecer as bases legais para a media livre, pluralista e independente, especialmente em países submetidos à transformação ou à reconstrução após conflito”.
No final, Ban Ki-moon e Irina Bokova apelam aos Estados, meios profissionais e organizações não governamentais em todos os lugares para unir forças com as Nações Unidas para promover a liberdade online e offline de expressão, de acordo com princípios internacionalmente aceitos.
“Este é um dos pilares dos direitos individuais, uma base para sociedades saudáveis e uma força de transformação social”, conclui a mensagem.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

TRIBUNA DA KIANDA ACERTA EM CHEIO: Angolanos na diaspora votarão em 2012

O vice-ministro da Administração do Território para os Assuntos Institucionais e Eleitorais, Adão de Almeida, reconfirmou que os angolanos residentes no exterior do país por razões de trabalho, estudo, doença ou similares poderão exercer o seu direito de voto nas eleições gerais de 2012.
Esta infromação foi divulgada pelo Tribuna da Kianda, no dia 1 de Fevereiro de 2010, após ter sido acompanhado uma entrevista prestada pela deputada Palmira Barbosa, da Comissão de Relações Exteriores e de Apoio as Comunidades Angolanas no Exterior.
Ao dissertar sobre a organização do processo eleitoral, num encontro com as Associações de Angolanos residentes na Suécia, Finlândia, Dinamarca, Noruega, Islândia e Estónia, promovido pela embaixada de Angola em Estocolmo, Adão de Almeida especificou que votam os funcionários diplomáticos e outros trabalhadores angolanos colocados no estrangeiro, estudantes e doentes, desde que estejam registados e segundo as regras definidas pela Comissão Nacional Eleitoral.
Revelou ainda que o cidadão exercerá o seu direito de voto nas missões diplomáticas e/ou consulares angolanas, ou ainda por correspondência, em função das regras da Comissão Nacional Eleitoral.
Na sua dissertação, Adão de Almeida salientou que a legislação eleitoral prevê ainda o voto antecipado que permitirá aos cidadãos com viagem confirmada e os que trabalhem em regime de turno ou estejam de serviço votarem antes do dia marcado para as eleições gerais.
Salientou que, nos termos da lei, só irão concorrer os partidos legalmente reconhecidos que apresentem as suas candidaturas ao Tribunal Constitucional acompanhadas de cinco mil a cinco mil e 500 assinaturas para o círculo nacional e 500 a 550 para o círculo provincial.
O vice-ministro esclareceu aos participantes que, todas as tarefas ligadas às eleições gerais de 2012 são dirigidas e executadas pela Comissão Nacional Eleitoral, sem intervenção do Governo, a quem cabe a missão de realizar o registo e actualização dos eleitores, cujos dados deverão ser entregues à CNE até meados de Maio próximo.
Deu a conhecer que o registo eleitoral que terminou este mês, nos termos da nova Constituição, foi o último realizado no país, passando nos próximos anos a vigorar o registo oficioso, por via do sistema de identificação civil.
No quadro da nova Constituição, disse ainda, deixa de haver eleições legislativas e presidenciais, o cabeça de lista do partido vencedor é automaticamente presidente da república e o círculo eleitoral da diáspora deixa de existir.
De recordar que o actual parlamento angolano, saído das eleições de 2008, com base na anterior constituição, contemplava três círculos eleitorais, nomeadamente o nacional, que elegeu 130 deputados, os provinciais, que elegeram cinco deputados em cada uma das 18 províncias do país, e o da diáspora, que devia ter eleito três deputados, perfazendo um total de 223 deputados.
Adão de Almeida fez um enquadramento histórico dos processos eleitorais em Angola, assim como das eleições de 2008 e das normas e organização das eleições gerais de 2012, que poderá contar com a participação de cerca de nove milhões de eleitores, segundo os dados provisórios do registo e actualização eleitoral que terminou a 15 do corrente mês.
Recorde-se que na abertura do encontro, sexta-feira última, o embaixador de Angola no Reino da Suécia, Brito Sozinho, disse ser uma das tarefas prioritárias do Programa de Acção do Executivo a protecção dos direitos e interesses da comunidade angolana no estrangeiro.
O encontro, que contou com a participação de representantes das Associações de angolanos residentes na Suécia, Dinamarca, Noruega, Islândia, Finlândia e Estónia, foi promovido no âmbito das comemorações do décimo aniversário do Dia da Paz, assinalado a 4 do corrente mês.
O programa incluiu, para além do painel sobre as eleições gerais de 2012 em Angola, uma comunicação sobre o historial das relações dos países nórdicos com Angola, que foi apresentada pela directora do Instituto Nórdico sobre África, Carin Norberg, instituição que realiza pesquisas e análises sobre o continente africano.
As associações acima referidas apresentaram comunicações sobre o seu funcionamento, dificuldades, inserção dos seus associados nos países em que residem, entre outros assuntos.
Das principais conclusões do encontro, destacam-se as dificuldades dos cidadãos angolanos tratarem documentos, a predisposição das associações em participarem na promoção da imagem do país, as dificuldades financeiras para materializarem as suas actividades desportivas, de entretenimento e culturais, incluindo as relacionadas com a valorização da língua, um mais entrosado relacionamento com as autoridades do país, através da Embaixada, que reconhece nas associações parceiros para o seu trabalho com as comunidades.
Durante a reunião foram exibidos dois vídeos, designadamente “Angola faz-se em Paz” e “Bem-vindo a Angola” (este produzido em inglês e português), assim como um diaporama de cerca de 250 fotografias sobre as principais realizações do Executivo, em sectores vitais para a vida dos angolanos.