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quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Metade dos vendedores ficará dispersa

De acordo com informações obtidas pelo Tribuna da Kianda, o mercado do Panguila conta apenas com cinco mil e 376 bancadas, 144 lojas e 112 bancos de pouso para acolher os mais de dez mil comerciantes que serão retirados do mercado Roque Santeiro e um número indeterminado de vendedores de outras praças que funcionam em condições precárias.
Concluído em 2007, o novo mercado foi erguido numa área de 250 mil metros quadrados.
Conta ainda com 200 armazéns, 36 câmaras frigoríficas, 13 chafarizes e dependências dos bancos BIC e BPC para facilitar as transacções financeiras dos comerciantes, e um posto médico.
O recinto reserva um perímetro para o estacionamento de mais de 400 viaturas, área administrativa, posto policial e uma zona verde. Existem ainda áreas adjacentes que, segundo o projecto, seriam pavimentadas e teriam cobertura para permitir que os feirantes possam comercializar os seus produtos em boas condições.
Contrariando o receio manifestado pelos vendedores de que não caberiam todos no novo mercado por ser pequeno e porque os seus colegas da praça da Bwala, em Cacuaco, também serão transferidos para o complexo do Panguila, o vicegovernador de Luanda para a área económica, Francisco Domingos, garantiu que haverá espaço para todos visto que tudo está a ser bem dimensionado.
O maior mercado a céu aberto do país surgiu a meio da década de 1980, com o nome de Mercado Popular da Boavista. Em 1991 passou a ser conhecido com o nome de Roque Santeiro, numa alusão a uma popular telenovela brasileira homónima.

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