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sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Os angolanos do futuro, na óptica de José Gama

Por considerar bastante perminente a analise que o activista cívico José Gama faz sobre as proximas gerações de angolanos, apesar de não ser amanter de futurologia, achei por bem retirar alguns eztratos do artigo que foi publicado na edição do dia 12 do Novo Jornal. Um dia depois das comemorações do 35 anos da nossa independência.
“A previsão que faço é que ao seguirmos o caminhado distanciado daquilo que Robert Dahl sugere acrescido ao focos entre ricos e pobres, Angola passa a ter fortes indicadores de que nos próximos 30 anos, as nossas instituições podem ser tornar frágeis a agressões. Teremos nos próximos 30 anos uma nova geração de políticos que vão herdar o país da presente “geração da independência.
Teremos nos próximos anos uma geração de generais distanciados dos actuais que tem poder econômico proveniente das circunstancia do presente. Esta geração dos “generais do futuro” poderão ser generais pobres. Estes poderão ser violentos com os herdeiros políticos de hoje ao sentirem, Angola a ser levada para um rumo de difícil identificação, caso os futuros políticos optem por fazer do presente cenário, o seu legado”.
A “geração da independência” do MPLA não esta a educar politicamente os seus discípulos. Os jovens estão dentro do MPLA mas não estão dentro das políticas do MPLA. Os jovens aderem ao “partido” para ter dinheiro, ter casa, carro e etc. Entram para fins matérias e não ideológico. Não existe sentimento patriótico nesta geração de futuros dirigentes. Os jovens se tornaram individualistas. O individualismo é o oposto do patriotismo. Quem não é patriota não pode cuidar do país!”.

2 comentários:

d disse...

Será o senhor capaz de me dizer de onde vem a riqueza da filha de josé eduardo dos santos

PAULO SERGIO disse...

Não é muito díficil saber, basta leres os ralatórios do Rafael Marques. visite o site: wwww.makaangola.org