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quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Barco desaparece com pescadores recém-contratados

Os oito tripulantes da embarcação de pesca artesanal de cor branca de 1. 40 centímetros, licenciada com o número 754 e matrícula LD-4012, desaparecidos há 47 dias, haviam sido contratados dias antes de se “perderem” no alto mar.
A senhora Chimina, responsável pela embarcação da cooperativa denominada “Família Chimina”, revelou esta quinta-feira, 18, ao Tribuna da Kianda que aquela seria a primeira viagem que os oitos pescadores realizariam a bordo do barco. “É difícil explicar o tipo de contrato que temos com eles porque os pescadores e tripulantes são remunerados em função da quantidade de peixe que pescam”, explicou a empresária.
Fazendo fé nas informações que recebeu dos familiares dos pescadores, Chimina demonstrou estar bastante confiante em que eles estejam todos bem, por se tratar de uma equipa constituída por profissionais com mais de 20 anos de experiência.
O barco pertence àquela cooperativa há dois anos e foi confiado aos oito pescadores que partiram da Ilha de Luanda, no dia 2 de Outubro último, com cerca de mil litros de combustíveis e 200 litros de água, para uma faina de oito dias.
Os homens saíram para pescar em direcção à zona sul do país e até agora não dão sinal. A única certeza é que os telemóveis e os rádios de comunicação encontram-se desligados. A Capitania do Porto de Luanda solicitou o apoio das suas congéneres da República do Gabão e do Congo Brazaville para colaborarem nas buscas.
O chefe de segurança marítima da Capitania do Porto de Luanda, Pedro Miala, explicou que estão a ser empregues todos os meios de resgate e salvamento e foi lançado um “SOS” aos outros navios que navegam ao longo da costa.
Apesar das diligências feitas pelos efectivos da Capitania do Porto de Luanda, os integrantes da cooperativa entraram em contacto com as capitanias de Cabinda, Lobito, Namibe e o posto marítimo do Sumbe.

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