quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Roque Santeiro: Pancadaria entre os comerciantes


A falta de informações sobre os espaços onde os comerciantes devem montar as suas bancadas instalou um clima de ameaças e de ofensas corporais entre as vendedeiras.
A anciã Luzemba Madalena, vendedora do Roque Santeiro há 28 anos, deambulava de um lado para o outro, acompanhando sempre a multidão na esperança de conseguir um lugar para comercializar as suas chinelas.
Ela foi encaminhada para o novo mercado na manhã de quarta-feira e ao chegar não conseguiu ocupar um lugar para montar a sua bancada por causa da confusão.
“Tentei me meter no meio da confusão para ver se garantia o meu lugar mas não consegui devido à minha idade. As pessoas não estão a se respeitar, mesmo aquelas que ocuparam o lugar ontem, hoje já não têm porque apareceram outros colegas que falaram que os espaços já lhes pertencem”, contou a anciã que de seguida abandonou a entrevista para se meter no meio da multidão que corria atrás de um suposto fiscal da administração da praça.
A confusão era maior na zona reservada a venda ambulante, porque os vendedores diziam que existiam lugares com mais de um locatário. Com os ânimos exaltados, os comerciantes reclamavam da falta de lugares e ameaçavam partir para a briga se fosse necessário.
O PAÍS apurou que os primeiros ocupantes que chegaram ao Panguila foram orientados pelos fiscais da administração a ocuparem cada um um metro quadrado para montarem as suas bancadas de mesas de plástico.
Alguns fizeram as devidas demarcações com o referido material e outros meios inapropriados.
Já as pessoas que apareceram no segundo dia receberam a mesma informação e demarcaram os espaços com tinta de água ou de óleo, antes de montarem as mesas brancas. Outras senhoras assinalaram os seus espaços com os panos que tinham amarrados nas cinturas, e os homens utilizaram pedras, paus e ferros.
“Quem é essa Maria que ocupou o meu lugar? A senhora terá que me bater para ficar aqui e não quero saber se seremos detidas ou não pela Polícia”, declarou, exaltada, uma das comerciantes.
Para evitar que perdessem os seus lugares, os ocupantes do pavilhão metálico, que está próximo à administração do mercado, permaneciam imóveis, sem medo de serem atingidos pelas fagulhas que saltavam da máquina que os serralheiros usavam para fixar os ferros.

Taxistas e kupapatas em festa
Os taxistas que fazem os trajectos Roque-Panguila, Cacuaco-Panguila aumentaram o preço das corridas de 300 para 500 kwanzas em função da procura. Os motoristas alegam que o aumento das tarifas deve-se ao facto de o aumento do fluxo de viaturas na via e as obras de reabilitação da mesma tornarem as viagens mas demoradas.
O mau estado da estrada e a falta de sinalização, segundo eles, não só tornam cada viagem mais perigosa como contribuem para que as viaturas se danifiquem rápidamente.
À porta do mercado encontram-se estacionadas muitas motorizadas à espera de passageiros. O jovem Alberto da Costa disse a este jornal que estava a cobrar 200 kwanzas para transportar os passageiros do local onde se encontrava até à ponte do Rio Bengo.
Os que preferissem deslocar-se do mercado do Panguila para o Roque Santeiro de forma rápida e sem ficar preso no trânsito teriam que desembolsar 1000 kwanzas. Para acalmar as pessoas que ficam apreensivas com a falta de capacete, o jovem garantiu que não há problemas nenhum. “Eu me entendo com a Polícia. Quanto aos camiões, os passageiros podem ficar descansados porque vamos viajar pelas picadas”, rematou.

Roque Santeiro: Transferência a custo elevado

A comerciante Mariana Cristina revelou a Tribuna da Kianda que a transferência das mercadorias dos armazéns e das “casas de processo” localizados nos arredores do mercado do Roque Santeiro para o Panguila poderá causar inúmeros constrangimentos.
Apesar de o novo mercado contar com 200 armazéns, 36 câmaras frigoríficas e dez restaurantes, os vendedores desconhecem os preços que serão praticados e pretendem que as autoridades governamentais se pronunciem sobre o assunto.
“Nós gostaríamos de trazer as nossas câmaras frigoríficas que temos no mercado do Roque Santeiro, mas, como aqui não há lugar, pretendemos que nos disponibilizem um local para as instalarmos, uma vez que elas foram adquiridas para reduzir os gastos que fazíamos ao ter que pagar para refrigerar os nossos produtos nas câmaras de outrem”, explicou.
Por outro lado, Mariana Cristina disse que as 36 câmaras frigoríficas que o Governo instalou naquele local não terão capacidade para armazenar a enorme quantidade de frescos que elas importam.
Quanto aos preços para transportar uma câmara de congelamento do Roque para o novo mercado, as comerciantes atestam que não existe uma tabela de preços fixa e que pode variar de 250 a 300 dólares por hora a 1000 dólares pela deslocação.
Já as pessoas que se dedicam a venda de produtos com menos encargos financeiros, manifestaram que estão bastante preocupadas com a falta de espaços para as proprietárias de barracas de alimentos que os comercializavam a um preço muito acessível. Para elas, os dez restaurantes que foram erguidos no novo mercado não suportarão a procura.
Eles são pequenos e as refeições estão a ser comercializadas a mil kwanzas, enquanto pagavam 200 kwanzas por uma refeição no anterior mercado.
“Estávamos conscientes que o mercado haveria de ser transferido, mas não desse jeito, que acabou por levar algumas pessoas a desmaiarem.
O Roque Santeiro é o nosso marido”, concluiu a comerciante Nazaré Fernandes, como uma forma de realçar a importância do mercado cujo encerramento esta marcado para domingo.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Jornalista da Rádio Despertar morto misteriosamente

O jornalista da Rádio Comercial Despertar, Alberto Chakusanga, de 31 anos, foi misteriosamente assassinado com o tiro pelas costas na madrugada desta segunda-feira, 06, no interior da cozinha da sua casa, localizada no município de Viana, em Luanda.
O malogrado era considerado como um dos seus polémicos locutores desta casa de rádio que apresentava um programa em umbundu. Alberto Chakusanga, foi – segundo fontes policiais – encontrado, por voltas das 9 horas de manhã, morto mas a sua sobrinha que vivia consigo diz não ter ouvido, curiosamente, nenhum barulho do disparo e muito menos a vizinhança.
Fontes policiais do CLUB-K garantiram que o mesmo foi assassinado na sua cozinha com tiro pelas costas após uma longa conversa com o(s) assassino(s) até agora desconhecido(s), com uma arma silenciosa.
Em simulação, o(s) bandido(s) levara apenas uma botija de gás de cozinha, tal igual como aconteceu em 2004, com o nacionalista Mfulupinga Lando Victor, líder fundador do partido PDP-ANA, assassinado quando saia na sede do seu partido, no bairro Cassenda. Após o acto, os assassinos simularam em levar o carro do deputado que posteriormente foi encontrado a 600 metros do local do crime.
Um facto curioso, é que Alberto Chakusanga, natural do município da Caála, província do Huambo, morreu 24 horas após o Bureau Político do partido no poder (MPLA), ter assegurado, em comunicado saído da sua 3ª reunião ordinária, conhecer indivíduos – recrutados – para denegrir, a qualquer preço, a imagem do seu Presidente.
Entretanto, o colectivo de profissionais, deste portal, apresenta à Rádio Comercial Despertar e a família, nesta hora de dor e luto os seus profundos sentimentos de pesar pela irreparável perda de Alberto Chakusanga.
Fonte: Com Club-k.net

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Assalto no BAI: Balconista é culpado ou inocente?

O balconista do BAI Moisés Ernesto Futa, 24 anos, foi preso, na manhã desta segunda-feira, 23, no seu local de trabalho como um dos presumíveis autores do saque quando se preparava para mais um dia de trabalho.
“Eu vi quando o senhor se dirigiu ao balcão e a minha colega me disse que ele trouxe 300 mil kwanzas para trocar e, ao aperceber-se que o meu tesoureiro tinha muitas notas, decidi ajudá-lo”, contou o jovem.
Moisés Futa disse que o seu colega lhe explicou que o dinheiro que estava a contar se destinaria a pagar o salário e que nem sequer desconfiou que se tratava de uma trama porque existem muitos clientes que fazem este tipo de transacção.
“Só quando os meus colegas começaram a gritar dizendo que o Hadjami tinha sido retido por um assaltante é me apercebi do que se passava, o tal Paulo já tinha saído. Eu não tenho nada a ver com o assalto, tanto mais é que ontem fui trabalhar”, rematou.
O segurança Paulo da Silva contou que só entrou em contacto com o senhor Moisés no momento em que ele apareceu para ajudar o tesoureiro do Banco a contar e arrumar o dinheiro.
Depois do seu colega se ter dirigido para o seu posto, segundo conta, o Hadjami dos Santos fez-lhe o sinal para tirar a pistola de brinquedo, ameaçando-o e levando-o até a Caixa Forte.
O gesto bondoso de Moisés Futa levou-o a pensar inicialmente que havia sido enganado pelo seu companheiro e que ele também estava envolvido no esquema Todo, visto que sabia que seriam apenas eles dois. Hadjami dos Santos confirmou à imprensa a informação que o seu colega Moisés Futa, que se encontra a trabalhar neste banco há apenas oito meses, auferindo um salário de 1.350 dólares, não teve nenhum envolvimento no crime.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Marginal morto em pleno assalto ao banco BIC

O segundo comandante provincial de Luanda da Polícia Nacional para a área Operativa, subcomissário Leitão Ribeir (na foto), revelou, esta terça-feira, 24, que o segurança da Ango Segu esteve à altura da situação na tentativa de assalto à agência do BIC, localizada na rua Ngola Kiluanji, ao alvejar mortalmente o cidadão Tanga João Claúdio.
“Na segunda-feira houve uma tentativa de assalto que não teve êxito porque um dos seguranças da empresa Ango Segu terá realizado um trabalho à dimensão daquilo para qual ela foi criada”, explicou o comandante, acrescentando que “a resposta a um assaltante que transportava um engenho explosivo, portanto uma arma de destruição em massa, terá sido a altura”.
Por outro lado, Leitão Ribeiro esclareceu que os assaltantes levaram da caixa forte da agência do Banco Africano de Investimento (BAI), localizada na Marginal de Luanda, 210 mil dólares, 16 mil euros e mais de um milhão de kwanzas.
Ao ouvir as explicações dos supostos assaltantes, o subcomissário Leitão Ribeiro defendeu que os cidadãos não podem aproveitar do facto de estarem acometidos com problemas familiares para se apossarem de bens alheios para suprir tais dificuldades.
“Partindo do princípio que o crime não compensa, alertamos a quem neste preciso momento continua com a engenharia para assaltar que desistam, porque a Polícia está em estado de alerta”, apelou.
No entanto, o segundo comandante Leitão Ribeiro declarou ainda que as câmaras do sistema de vigilância da agência não colheu as imagens como devia e solicitou aos gestores dos bancos que procurem instalar as melhores câmaras e em locais chaves para que os marginais sejam facilmente identificados, ainda que estejam com os rostos cobertos. A Polícia Nacional conseguiu esclarecer o assalto ao BAI em 48 horas, o que não acontecia há muito tempo.

Tesoureiro do BAI queria Nova Vida

A gula em conseguir dinheiro para adquirir um apartamento no Projecto Nova Vida num curto espaço de tempo é descrita pelo tesoureiro do Banco Africano de Investimento (BAI), Hadjami Filomeno Franco dos Santos, 32 anos, como o motivo que o levou a assaltar no pretérito dia 18, o seu local de trabalho.
O cidadão Paulo Jorge da Silva, 34 anos, declarou à imprensa que após esvaziar os cofres do BAI foi para a sua residência onde ficou à espera do seu amigo Hadjami dos Santos para repartirem o dinheiro. Segundo conta, assim que o tesoureiro do banco se apercebeu que a Polícia suspeitava da sua participação ligou várias vezes para ele a pedir que fugisse.
“Os polícias quando foram a minha casa encontraram a pasta de dinheiro do mesmo jeito que estava quando saí do banco. Não tirei nenhuma nota”, começou por esclarecer o jovem que não encontrou dificuldade nenhuma para apropriar-se dos valores. O roubo foi planeado com seis dias de antecedência, num discreto restaurante localizado nos arredores da Feira Ngoma, pelo tesoureiro da agência do BAI da Avenida 4 de Fevereiro e o seu amigo Paulo da Silva, que trabalha como segurança da empresa de protecção civil Lince.
Paulo da Silva, que é filho único, justificou a sua participação no assalto alegando que precisava de dinheiro para ajudar a sua mãe que saiu há poucos dias do Hospital do Sanatório.
“O Hadjami ligou para mim, no sábado, a propor para fazermos o assalto e garantiu-me que não haveria nenhum problema, tanto com os seguranças como com as câmaras de videovigilância que estão espalhadas pelo estabelecimento”, começou por contar o funcionário da Lince que estava encarregado de proteger uma das agências do Banco Keve.
De modo a evitar que fosse reconhecido, o tesoureiro do BAI aconselhou-o a mudar de aparência e agir da forma a não levantar suspeita.
Para evitar que fossem descobertos, o segurança disse que foi aconselhado a munir-se com uma pistola de brinquedo para que as imagens do circuito fechado registassem a cena como se ele tivesse sido obrigado a entregar o dinheiro, sob pena de ser assassinado, caso procedesse de forma contrária.

Duas tentativas num só dia
Foi graças a essas instruções que ele conseguiu entrar e sair do banco sem despertar a atenção dos guardas nos dois momentos distintos.
A primeira tentativa de surripiar os cofres da agência do BAI, ocorreu por volta das 11 horas, quando entrou no estabelecimento e se deparou com um clima que considerou não ser apropriado à acção que pretendiam desencadear. Mas ganhou coragem e atravessou o portão do banco em direcção a uma das funcionárias, identificada apenas como “mulatinha” que usa óculos.
Fazendo-se passar por comerciante, o acusado dirigiu-se à senhora e manifestou o seu interesse em trocar 300 mil kwanzas em notas de menor valor facial, mas ela recusou alegando que não havia este tipo de dinheiro.
“Tudo que eu estava a dizer havia me sido orientado pelo Hadjami dos Santos”, explicou o jovem Paulo da Silva. Diante da resposta que lhe foi dada, decidiu regressar à casa.
Já na garupa do motoqueiro que havia sido aconselhado a alugar para o transportar, sob o pretexto que estaria a ir levantar dinheiro no banco, Paulo da Silva recebeu o telefonema do seu companheiro pedindo que regressasse.
“Ele ligou a questionar o meu paradeiro e eu disse-lhe que já estive lá, mas que a sua colega havia me informado que não tinha notas pequenas.
Ele disse: vem só, vais me encontrar no balcão e serei eu a atender-te”, contou. “Entrei novamente com a pasta vazia e dirigi-me até ao balcão e ele pediu-me para o acompanhar até a sala onde se encontrava o dinheiro”, acrescentou.
O jovem, que deixou os luandenses, a semana passada, admirados com a forma como esvaziou os cofres da agência do BAI da Marginal sem levantar suspeitas, contou ainda que os 300 mil Kwanzas que haviam anunciado não passavam de uma simulação.


A confissão do bancário
Ao ver a forma detalhada como o seu compincha, ladeado por três indivíduos com os rostos cobertos e trajado de coletes antibala, havia detalhado a ocorrência, o tesoureiro do BAI limitou-se a confirmar toda a história.
Hadjami dos Santos trabalha neste Banco há seis anos e aufere 2.500 dólares mês.
De forma calma e tranquila, o tesoureiro afirmou que, com o dinheiro do assalto, pretendia comprar um apartamento no projecto Nova Vida, no valor de 180 mil dólares: “tinha de arranjar 70% deste montante até sábado, sob pena de outra pessoa comprar a casa visto que a proprietária tinha pressa de se desfazer dele, uma vez que tem um parente doente em Portugal”, esclareceu aos jornalistas.
Interrogado sobre a razão de não ter solicitado um crédito bancário, uma vez que na qualidade de funcionário da empresa teria maior facilidade em obtê-lo, o acusado disse que só não o fez porque já tem dívidas contraídas com o banco.
“Tenho uma filha de que gosto muito e sinto pena em saber que ela verá o seu pai como manchete dos meios de comunicação social. Peço à sociedade que me perdoe, acho que eu mereço isso”, concluiu Hadjami dos Santos.

Jornalistas brasileiros preocupados com Angola

MOÇÃO SOBRE A SITUAÇÃO DA IMPRENSA EM ANGOLA

Tendo tomado conhecimento dos últimos desenvolvimentos da situação da Imprensa em Angola onde, apesar das evidentes garantias constitucionais em matéria de Liberdade de Imprensa, se assiste recentemente a desenvolvimentos preocupantes, designadamente:
a) A aquisição dos principais semanários de independência editorial por parte de grupos privados caracterizados pela opacidade relativamente à sua estrutura accionista - que não é revelada - e após sucessivas acções de pressão por via de afogamento da receita publicitária de origem pública ou privada;
b) A implantação nos referidos semanários de acções de censura recorrentes, cujo episódio mais recente foi a queima de edições do semanário angolano A Capital na própria gráfica e confisco posterior arbitrário e ilegal de uma outra em vias de distribuição;
c) O aumento de sinais de intolerância, parcialidade, diminuição do exercício do contraditório e do pluralismo no seio da mídia em geral;
d) As insistentes preocupações manifestadas pelos jornalistas angolanos ao nível sindical e associativo, corroboradas em alguns casos por órgãos de dignidade legal como o Conselho Nacional de Comunicação Social sobre apreensões abusivas de jornais; preocupações essas reiteradas por diversas instituições da sociedade civil, segundo as quais, esses desenvolvimentos configuram um quadro onde, além de sofisticadas iniciativas de silenciamento da Imprensa independente, por via da apropriação privada, o ressurgimento de práticas de intimidação dos jornalistas atentatórias à liberdade de Imprensa e de Expressão, contrárias aos preceitos constitucionais da IIIª República de Angola, a Declaração de Windhoek (reconhecida pela Assembleia Geral da ONU, incluindo Angola); a Declaração sobre a Liberdade Expressão em África:
Os jornalistas reunidos por ocasião do 34º.Congresso Nacional dos Jornalistas brasileiros, em Porto Alegre, Brasil decidem:
1. Manifestar a sua apreensão por esses acontecimentos no domínio da mídia angolana, que traduzem claros sinais de retrocesso em matéria de liberdade de Imprensa e de expressão contrários ao estado de direito democrático assegurado pela constituição da III República de Angola, a Declaração de Windhoek, A declaração sobre a Liberdade de Expressão em África, a Declaração Universal dos Direitos Humanos;
2. Apelar às autoridades angolanas urgentes acções no sentido de garantir o livre exercício profissional da actividade jornalística, no quadro do pluralismo de ideias, independência editorial e diversidade dos meios no âmbito das garantias constitucionais do Estado democrático de direito;
3. Manifestar a sua solidariedade para com os jornalistas angolanos nos seus esforços para garantir a sobrevivência da Imprensa independente e de um jornalismo profissional livre, crítico e editorialmente autónomo, como um dos pilares mais importantes capazes de garantir a efectividade da democracia em Angola;
4. Promover acções de denúncia, solidariedade e mobilização de recursos alternativos à escala internacional
FONTE: CLUB-K

Paulo Sérgio aborda “Burla Tailandesa” em livro

O jornalista Paulo Sérgio aborda “Burla Tailandesa” em livro. Uma obra que relata os meandros desse mediático caso que envolveu generais,...